domingo, 6 de fevereiro de 2011

Corajosa e autêntica, essa jóia todas as mulheres querem, heim!!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Das delícias e dores de se dar prazer!




Das delícias e dores de se dar prazer!


Beba, com vigor...
Sinta, arder na carne!
Percorra na estultícia humana da ânsia do relacionar-se e tenha o dissabor de entregar-se sem lutar.
Nem Agra* soube explicar, como o mais simples e profundo sentimeno, transfigurou-se assim!
Há necessidade da auto posse. Viajante, somos! Reféns do processo fidedigno da busca de si.
Através dos tempos, múltiplos , atraentes e irreais, focados na imagem estereotipada da contemporaneidade, vivemos.
Dentro do olhar multifacetado de um caleidoscópio, em insights diurnos e sonâmbulos encontramos a resposta.
A melhor e mais eficiente ferramenta cirúrgica de cura da auto sabotagem é a experiência irresístive do amor, permitir-se ser, somente ser, sem máscaras, condutas e freios morais.
Lavar-se, limpar o eu interior , e enfim redecorarf a casa da alma, o templo do amor!


Agnel Icca
novembro/2010

*Agra local onde fica o Taj Mahal

Taj Mahal
O Taj-Mahal fica em Agra, uma cidade do estado de Uttar Pradesh, na Índia. Situa-se nas margens do rio Yamuna. Tem cerca de 1400 mil habitantes. Foi fundada em 1566 pelo sultão Akbar.
O famoso Taj Mahal é o principal tesouro artístico da cidade.
Cerca de 22 mil homens (escultores, pedreiros, artesãos, calígrafos) de várias cidades do Oriente trabalharam na construção desse monumento que na opinião do Site Mistérios Antigos é uma das obras mais belas, entre as atuais ainda em votação para as Novas Sete Maravilhas do mundo, com grande sentido simbólico, um monumento ao amor do Príncipe Shah Jahan pela Princesa Mumtaz Mahal.

quarta-feira, 17 de março de 2010


"ANA NERY - A Matriarca da Enfermagem no Brasil"

RESUMO BIBLIOGRÁFICO (*13/12/1814 + 20/05/1880):

A primeira escola oficial de enfermagem de alto padrão no Brasil, fundada por Carlos Chagas em 1923, recebeu em 1926 o nome de "Ana Néri", em homenagem à primeira enfermeira brasileira, que serviu como voluntária na guerra do Paraguai. Ana Justina Ferreira Néri nasceu na vila de Cachoeira de Paraguaçu-BA, em 13 de Dezembro de 1814.

Viúva do capitão-de-fragata Isidoro Antônio Néri, viu seus filhos, o cadete Pedro Antônio Néri e os médicos Isidora Antônio Néri Filho e Justiniano de Castro Rebelo; seus irmãos Manuel Jerônimo Ferreira e Joaquim Maurício Ferreira, ambos oficiais do exército, serem convocados para a Guerra do Paraguai.

Ana Néri escreveu então ao presidente da província uma carta em que oferecia seus serviços como enfermeira enquanto durasse o conflito.

Partiu da Bahia, de onde nunca saíra, em 1865, para auxiliar o corpo de saúde do Exército, que era pequeno e contava com pouco material. Começou seu trabalho no hospital de Corrientes, onde havia, nessa época, cerca de seis mil soldados internados e algumas poucas freiras vicentinas. Mais tarde, assistiu os feridos em Salto, Humaitá, Curupaiti e Assunção.

Mulher de posses, com seus recursos montou na capital conquistada, na própria casa onde morava, uma enfermaria limpa e modelar. Ali trabalhou, abnegadamente, até o fim da guerra, na qual perdeu seu filho Justiniano e um sobrinho, que se alistara como voluntário da pátria.

De volta ao Brasil, em 1870, Ana Néri recebeu várias homenagens: foi condecorada com as medalhas de prata humanitária e da campanha e recebeu do imperador uma pensão vitalícia, com a qual educou quatro órfãos que recolhera no Paraguai. Seu retrato de corpo inteiro, obra de Vítor Meireles, figura em lugar de honra no paço municipal de Salvador. Ana Néri morreu no Rio de Janeiro-RJ, no dia 20 de Maio de 1880.
fonte:http://www.nossosaopaulo.com.br/Reg_SP/Barra_Escolha/B_AnaNery.htm

terça-feira, 2 de março de 2010

Cartas a Ditché Marie



Querida Ditché


Espero que esteja bem, você não nos escreveu mais, ficamos preocupadas com você, e sentimos sua falta.
Por aqui, tudo segue como deve ser, movimentando-se e renovando-se sempre, precisamos estar atentas a tudo! Como havia lhe dito da última vez que nos falamos, essa busca precisa ser iniciada, pois a ruptura foi feita há tempos, e está ficando cada vez mais longe, longe....
Intuição querida, intuição, essa amiga-irmã das mulheres foi perdida, e com ela a doçura,a feminilidade, a paciência, o cuidado, a maleabilidade e o sentimento.
Fomos submersas e inundadas por valores do masculino, que em excesso é maléfico, o equilíbrio e não a contra-dominância, que também nos é benéfica, porém em doses corretas, se faz necessário.
Onde está nossa feminilidade, nosso sex appeal???


Pare por um tempo, e ouça seu Eu, você se sente cansada, e te digo não precisa ter filhos, marido etc. Nós solteiras também estamos estafadas, pressionadas, profissão, relacionamento, futuro???
Formas ultrapassadas, diplomas e curriculos embolorados, e a real aptidão, paixão nunca encontramos o meio termo, o termo inteiro. Precisa de muita coragem e habilidade para se bancar, e fazer o que realmente gostamos ou do contrário, chegamos [quando chegamos] na última fase do ciclo, frustradas.
Querida, me relate seu sonho, visão, fiquei curiosíssima, daí podemos lhe falar se foi realmente uma cura espiritual ou somente sonho.
Fique em você sempre!
Beijos de luz,


Liaf

Temperamento impulsivo

“Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. [...] Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.”

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009



O cancan é uma dança francesa.
Desde 1850, Céleste Mogador, dançarina vedete do Bal Mabille, em Paris - que mais tarde se juntaria a orquestra do cabaré Moulin Rouge - inventou uma dança nova, a quadrilha: Oito minutos para cortar a respiração em harmonias perfeitas e com Offenbach como mestre da música incontestável.
A quadrilha era composta por meninas de 1,70 metro de altura, vestindo roupas coloridas e esvoaçantes, com liberdade de movimentos, ao som de trombones e cornetas. A nova dança foi considerada um ritmo endiabrado, de contrapeso, flexibilidade, em passos extremos de sensualidade e acrobacias, em que as dançarinas, em seu traje fascinante, faziam perder a cabeça de toda a Paris.
Em Londres, em 1861, Charles Morton, inspirado pela quadrilha francesa, inventou o cancan. O termo refere-se aos ruídos provocados pelos passos marcados da própria dança. Enquanto na Inglaterra a dança chocava os ingleses, que chegavam a condená-la como "indecência", na França, o cancan não parava de crescer, mantendo como quesitos as dançarinas de 1,70 m, e a arte de mexer os quadris, levantar as saias e frou-frous, exibindo as jarreteiras, encantando e provocando o desejo no público entusiasmado.
Algumas das grandes damas do cancan francês foram Louise Weber (La goulue), Jane Avril e Yvette Guilbert.
O cancan foi tema inspirador para muitos pintores do impressionismo, como Toulouse-Lautrec.
Alguns cabarés tornaram-se internacionalmente famosos pelo cancan, como o Moulin Rouge e o Chat Noir.

Pôster de Henri de Toulouse-Lautrec de 1895.
O Can-Can é uma mistura da Polca e da Quadrilha e foi dançado pela primeira vez em 1822. Durante alguns anos, foi declarado ilegal, por ser considerado imoral e indecente, sendo então proibido pela polícia. O Can-Can é caracterizado principalmente por passos firmes e saltitantes, chutando alto e fortemente a perna. Normalmente o figurino desta dança consiste em meias de renda, botas de saltos altos, corpetes, penas na cabeça e saias de babados. Depois da liberação da dança, ela tornou-se muito popular por volta de 1830, e sua popularidade durou até 1944, quando então esta passou a ser apresentada em revistas e comédias musicais, principalmente na França. Originalmente o Can-Can era dançado por ambos os sexos; hoje, entretanto, é dançado só por mulheres. As músicas mais conhecidas do Can-Can foram compostas por Jacques Offenbach. O pintor Toulouse-Lautrec pintou quadros célebres de dançarinas de Can-Can.